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Como funciona o vestibular

08/07/10 - UOL - Educação (AC) Imprimir

A educação é dever do Estado e um direito do cidadão. Infelizmente, não é o que se verifica no Brasil. Mais da metade da população não consegue terminar o ensino fundamental. Os poucos que conseguem terminar o ensino fundamental e médio precisam ainda enfrentar o tão temido vestibular para terem o direito de ingressar em uma universidade.

Hoje, entrar em um curso superior não está nada fácil. As universidades públicas não comportam a grande quantidade de candidatos, tornando o seu vestibular um verdadeiro bicho de sete cabeças. As faculdades particulares, por sua vez, estão proliferando-se por todo o país, porém, o alto custo da mensalidade deixa muita gente de fora.

O governo procura suprir a falta de vagas e a desigualdade gerada por tal criando políticas e medidas que buscam garantir a igualdade de oportunidade a todos. Esse é o caso do Prouni.

O vestibular é a hora da decisão. É chegado o momento de escolher a profissão, a carreira que se quer seguir. É hora de sonhar e de pensar grande. Grande também deve ser o esforço individual de cada vestibulando. Mas, como dizem por aí, vestibular é como aniversário - tem todo ano.

A história do Vestibular
O exame de admissão passou a ser obrigatório por lei a partir de 1911. Naquela época, as faculdades realizavam os testes em duas etapas. A primeira era escrita e dissertativa, e a segunda era oral.

Esse foi o formato usado até meados dos anos 60, quando surgiram as questões de múltipla escolha. O curso de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) foi o primeiro a utilizar tal sistema. O número de candidatos crescia vertiginosamente fazendo com que surgisse a necessidade de realização de testes processados em computador, facilitando a correção.

Tudo parecia ir bem até que o critério de notas utilizadas passou a ser um problema. Até então, era utilizado o sistema de nota mínima, o que acabou aprovando muito mais gente do que as faculdades comportavam. Os candidatos excedentes organizaram um movimento nacional, “solucionado” pelo governo através da implementação da Lei 5540/68 que passou a instituir o sistema classificatório com corte por nota máxima.

A história do vestibular

1808 - São instituídos os exames preparatórios para os cursos superiores existentes no Brasil, mas o ingresso torna-se privilégio de colégios de elite apenas a partir de 1837.

1911 - Lei cria a obrigatoriedade do exame de admissão.

1915 - As provas passam a ser chamadas de “vestibulares”, de acordo com o decreto n.11530.

1964 - É criada a Fundação Carlos Chagas para seleção dos candidatos a vestibulares em São Paulo. Os exames ganham questões de múltipla escolha, processadas em computadores.

1968 - Estoura o movimento de excedentes, candidatos aprovados com média mínima, porém, sem vagas. Para solucionar o problema é criada a Lei n. 5540 que passa a instituir o sistema classificatório por nota máxima.

1970 - É criada a Comissão Nacional do Vestibular Unificado, para organizar o sistema no país.

1976 - A USP unifica o seu vestibular com a criação da Fuvest. A primeira prova é realizada no ano seguinte, avaliando também candidatos de duas outras instituições estaduais, a Unicamp e a Unesp.

1994 - A Fuvest altera suas provas, ampliando a fase de Conhecimentos Gerais. A primeira fase passa a ser eliminatória.

1996 - Aprovada a Lei de Diretrizes e Bases. O ingresso ao ensino superior passa a ser feito via processo seletivo a critério de cada escola.

Mesmo assim, ainda existiam muito mais candidatos do que vagas em escolas públicas. Para aliviar o problema, o Ministério da Educação autorizou a abertura de um grande número de faculdades privadas. Em 1996, o governo decretou a Lei de Diretrizes e Bases de Educação (confira a Lei na íntegra aqui), no qual estabelece que o sistema federal de ensino compreende as instituições de ensino mantidas pela União, as instituições de educação superior criadas e mantidas pela iniciativa privada e os órgãos federais de educação. A lei permite que cada entidade escolha o seu próprio sistema de ingresso.

As diferentes formas de avaliação
A Lei de Diretrizes e Bases de 96 deu plenos poderes às instituições de ensino superiores para criarem seus próprios critérios e métodos de avaliação. Dá para imaginar que, além do vestibular tradicional, aquele que todo mundo conhece, existem inúmeras outras formas de avaliação. Vale lembrar que é o próprio candidato quem deve se informar sobre o sistema de avaliação utilizado na instituição em que ele pretende ingressar. Vamos listar àqueles mais utilizados nas grandes instituições brasileiras.

Vestibular tradicional
Esse tipo de avaliação é realizado na grande maioria em duas etapas. A primeira é composta por questões objetivas de múltipla escolha, comuns a todos os candidatos de todos os cursos. A correção se dá por meio de leitura ótica e é essa primeira etapa que dá a nota de corte de todos os cursos. A segunda etapa é conhecida como “discursiva”. O candidato deve responder questões discursivas relacionadas à área do curso escolhido. Algumas instituições que utilizam o vestibular tradicional: UFPR e UFSC.

Enem
Os estudantes que estão terminando ou que já tenham concluído o ensino médio podem fazer a prova do Enem - Exame Nacional do Ensino Médio. Esse exame é opcional, porém, muitas instituições têm utilizado as notas dos alunos com os mais variados critérios. Algumas instituições destinam parte de suas vagas para candidatos que tenham prestado o Enem. Outras estipulam uma média que o estudante deverá atingir no Enem para que possa usar sua nota como forma de ingresso. Outras ainda utilizam a combinação da nota do Enem com a nota no vestibular. Os estudantes de escolas públicas não precisam pagar a taxa de inscrição para prestarem a prova, que normalmente é realizada em agosto. A UNESP, a Unicamp e a FUVEST (Fundação Universitária para o Vestibular) entidade que realiza o vestibular da USP, utilizam notas do Enem no processo seletivo.

Análise do histórico escolar e currículo
A classificação é feita pela média aritmética (geralmente simples) de todas as notas obtidas pelo candidato no ensino médio. Cursos de idioma, informática e outros, podem significar pontos extras para os candidatos. Esse tipo de avaliação não é muito comum. Instituição que utiliza essa forma de avaliação: UnC.

Avaliação seriada
Para participar desse tipo de avaliação o aluno deve se inscrever logo no 1º ano do ensino médio. São realizadas três provas, uma no final de cada ano do ensino médio. Cada prova é composta por questões relativas a assuntos estudados durante o ano em questão. Após o término da terceira prova se obtém a média final. O aluno também pode optar por prestar o vestibular tradicional e depois disso escolher a sua melhor nota para concorrer a uma vaga na instituição. A grande vantagem desse sistema é que o aluno pode ir melhorando sua nota ano a ano. Instituição que utiliza o sistema de avaliação seriada: UnB.

Habilidade específica
Trata-se da avaliação de noções práticas e teóricas sobre a área do curso que o candidato pretende cursar. Alguns cursos como Arquitetura, Artes Cênicas, Artes Plásticas e Música podem ter provas de habilidade específica. Instituições que utilizam essa forma de avaliação: Universidade Mackenzie e UNEB.

Aptidão física
Normalmente são testes que verificam se o candidato possui resistência e está apto para realizar todas as atividades do curso. O curso de Ed.Física pode utilizar esse tipo de avaliação para eliminar parte dos candidatos. Quem utiliza esse sistema: USP.

Apesar das novas formas de avaliação, em especial o Enem, o vestibular tradicional continua a ser a principal forma de acesso à universidade.

Os cursos e os vestibulares mais concorridos
Os dados divulgados pelo INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas, juntamente com o Ministério da Educação, em dezembro de 2006, apresentaram um total de 2.165 instituições de ensino superior no Brasil, 20.407 cursos, 305.960 funções docentes e 4.453.156 matrículas. Ao todo foram 1.266.137 ingressos em instituições superiores de ensino através de vestibular. Confira os dados no gráfico abaixo:

Não há dúvidas de que as faculdades particulares absorvem a grande maioria dos estudantes universitários no Brasil. Porém, os vestibulares mais concorridos ainda são os promovidos pelas instituições públicas. Dois fatores devem ser levados em consideração nesse caso: o curso é gratuito e essas instituições têm uma melhor reputação em comparação com as particulares.

Na hora de uma entrevista de emprego, por exemplo, o avaliador ainda leva em consideração o local onde o candidato se formou. O pior aluno de uma faculdade conceituada normalmente tem mais chance de conquistar o emprego do que o melhor aluno de uma faculdade não conceituada. Manter-se no emprego é outra história!

A relação candidato/vaga, tão aguardada pelos candidatos, chega a ser assustadora para a grande maioria. O número de candidatos extrapola e muito o total de vagas oferecidas.

Os principais vestibulares do Brasil

• FUVEST, para a Universidade de São Paulo.
• VUNESP, para a Universidade Estadual Paulista
• COMVEST, para a Universidade de Campinas.
• Instituto Tecnológico de Aeronáutica
• Academia da Força Aérea,
• Instituto Militar de Engenharia,
• Universidade Federal de Goiás
• Universidade Federal de Minas Gerais
• Universidade Federal do Rio de Janeiro
• Universidade de Brasília
• Universidade Federal do Paraná.
• Universidade Federal Fluminense
• Universidade Estadual do Rio de Janeiro
• Universidade Federal de Uberlândia
• Universidade Estadual de Londrina
• Universidade Estadual de Maringá

As maiores relações candidato/vaga em instituições por região são:
Norte - Universidade Federal Rural da Amazônia (26 por 1)
Nordeste - Fundação Universidade Federal do Vale do São Francisco (53 por 1)
Sudeste - Universidade Federal do Triângulo Mineiro (58 por 1)
Sul - Fundação Faculdade Federal de Ciências Médidas de Porto Alegre (21 por 1)
Centro-Oeste - Universidade de Brasília (22 por 1)
*fonte - Inep (2005)

A preparação para o vestibular
Com uma concorrência tão grande, a preparação para quem vai prestar vestibular não é mole. A cada ano que passa aumenta o número de inscritos. Melhor também é a qualidade dos candidatos inscritos. Ou seja, para passar no vestibular é necessário estudar ou... estudar.

O aperfeiçoamento dos vestibulares foi uma das causas do surgimento de um novo mercado: os cursinhos pré-vestibulares. As salas de aula de cursinhos costumam ter, em média, cerca de 300 alunos. Para manter toda essa galera “ligada” na matéria, as aulas dos cursinhos vem se transformando em verdadeiros shows, onde os professores explicam a matéria procurando entreter o aluno.

Os professores cantam as fórmulas matemáticas junto com os alunos, criam cenários virtuais para explicar a história e declamam poesias. A matéria é passada de forma rápida, porém, eficaz.

As questões abordadas são de vestibulares anteriores e se estuda praticamente aquilo que realmente cairá no vestibular. Muitos cursinhos também realizam os “super aulões”, que acontecem normalmente nos finais de semana, quando são apresentadas grandes revisões de cada uma das matérias.

Os simulados aplicados pelos cursinhos também ajudam o candidato a saber se ele está bem preparado ou não. Tratam-se de provas que abordam os assuntos estudados até então, normalmente trazendo questões difíceis de vestibulares anteriores. É um verdadeiro teste de resistência, no qual o aluno passa por praticamente quase tudo que enfrentará no dia do vestibular. As questões são similares, o gabarito é semelhante, etc. Através do resultado do simulado o próprio aluno pode avaliar as matérias em que ele está bem e aquelas nas quais é preciso se dedicar umas horas a mais.

Não existem restrições ao cursinho. Alguns alunos que ainda não terminaram o Ensino Médio freqüentam o cursinho no contra turno. Outros preferem ir ao cursinho a noite. Outros ainda, já formados no Ensino Médio, freqüentam apenas os cursinhos. Engana-se quem pensa que cursinho é só alegria. A pressão existe e não é pouca. Basta um olhar para o lado e o candidato verá, em escala reduzida, a sua concorrência, ali, com as mesmas oportunidades e estudando tanto quanto ele.

A verdadeira preparação para o vestibular, porém, começa muito antes do ano que antecede ao mesmo. Um Ensino Médio bem feito já é meio caminho andado. Mas, se você não foi aquele aluno exemplar, ainda dá tempo de tirar o atraso.

Freqüentar as aulas (nem sempre fácil para os adolescentes) pode ser um bom começo. Prestar atenção nas mesmas então, nem se fala. Apesar disso, ainda é necessário passar boa parte do seu tempo (até então livre) em casa estudando as matérias dadas no dia.

O tempo que se passará em cima das apostilas, cadernos e livros, varia de candidato a candidato, dependendo do seu próprio ritmo bem como do curso escolhido. Porém, não tem como escapar: é hora de estudar.

A escolha da profissão
Escolher a profissão e carreira que se quer seguir por toda a vida realmente não é fácil para quem está com 17 ou 18 anos. Além do mais, as “influências” acabam atrapalhando mais do que ajudam. Tem sempre um pai, tia ou amigo do pai dando palpite sobre a “profissão do momento”, qual aquela que proporciona os melhores salários, qual é a mais fácil de passar no vestibular, etc.

Antes de mais nada o candidato deve se conhecer bem para decidir (e decidir mesmo) se gosta ou não gosta de determinada profissão. Não é hora de pensar no que o pai diz, o vizinho ou até mesmo em grandes salários. Mais importante do que tudo isso junto é fazer o que gosta. E, vale lembrar, você fará isso por pelo menos mais uns 40 anos...

Chegou a hora de responder aquela famosa pergunta: O que você vai ser quando crescer? Bombeiro, astronauta? - não, agora é a hora da decisão. Ás vezes é mais fácil saber o que não se quer ser do que o que se quer ser. Tudo bem. Já é um bom começo.

A escolha da carreira é o primeiro desafio dos vestibulandos. Este é o momento de os candidatos selecionarem os cursos que têm mais afinidade e buscar informações sobre as carreiras. As habilidades pessoais também devem ser levadas em consideração. O papel dos pais é fundamental nesse processo. Os pais devem estar abertos para conversar com seus filhos a respeito de suas possíveis escolhas, além de mostrarem os pontos vantajosos ou não de cada uma das profissões. Porém, jamais devem escolher pelos próprios filhos.

Evasão

A taxa de evasão entre os 13.777 alunos matriculados nos 54 cursos de graduação da Unicamp em 2003 foi de 5,04%, o que corresponde a 695 alunos. De acordo com a Diretoria Acadêmica da Universidade, as carreiras que registraram menor percentual de evasão foram:
- Medicina (0,99%)
- Engenharia Civil (1,47%)
- Odontologia (l,52%)
- Engenharia Elétrica (1,70%)
- Engenharia Mecânica (2,22%)
- Educação (2,71%)
- Engenharia Química (2,79%)
- Economia (3,78%)

Já os cursos com maior percentual de evasão foram:
- Física (14,32%)
- Matemática (10,63%)
- Ciências Humanas (9,33%)
- Letras e Lingüística (8,02%)
- Química (7,43%)

Para ajudar o candidatos a escolher o que mais lhe agrada, surgiram os testes vocacionais. Respondendo a um questionário o candidato consegue identificar, no mínino, as áreas que mais lhe agradam, afunilando ainda mais a decisão.

Três importantes pontos podem ajudar o candidato a escolher a profissão:
1. Descobrir as áreas de que mais gosta, listar suas inclinações pessoais e o que espera para o futuro.
2. Conhecer a fundo as profissões, as habilidades exigidas e o dia-a-dia. Conversar com quem trabalha na área também pode ajudar.
3. Considerar o futuro de cada carreira. Isso nem sempre é fácil. Nada de descartar aquela carreira que está saturada e optar pela que está na moda. O mercado é dinâmico e, em cinco anos, a realidade pode ser outra.

O bom mesmo é saber que, nada é para sempre. Ou seja, não gostou, não é isso que você esperava, não está se identificando com o curso, pule fora. Nenhuma escolha é definitiva. Além da possibilidade de mudar, existe a de exercer atividades diferentes depois da graduação.

As universidades particulares - bolsas e financiamentos
Buscando conter a inadimplência e a concorrência crescente no ensino superior privado do país, as universidades particulares chegam a oferecer bolsas a mais da metade de seus alunos.

Atualmente, há todo tipo de desconto nas mensalidades: bolsa-idade, bolsa-mérito, bolsa para funcionários de empresas parceiras, financiamento próprio - sem contar os benefícios oferecidos pelo próprio governo a estudantes de baixa renda. Os abatimentos variam de 10% até 100%.

No momento da matrícula, as universidades já avaliam o rendimento financeiro do aluno e seus familiares e o encaminham para determinadas bolsas. Vale tudo para não perder o aluno. Notas boas no vestibular assim como no decorrer do curso podem virar bolsas de estudo em muitas universidades particulares. As instituições preferem dar descontos a baixar as mensalidades.

No caso de financiamentos, normalmente os alunos começam a pagar após o término do curso. Outra forma de bolsa oferecida é a prestação de serviços do aluno para a universidade, como trabalhar em algum setor dentro do campus. Dirigir o estudo para pesquisas científicas também podem render bolsas como as oferecidas pelo CNPq (Conselho Nacional de Conhecimento Científico e Tecnológico).

O Governo Federal, através do Prouni, também está abrindo portas. Trata-se de um programa que prevê a concessão de bolsas de estudos totais ou parciais para alunos de baixa renda em instituições privadas de ensino superior. O Programa Universidade para Todos prevê bolsas integrais para alunos com renda familiar per capita até um e meio salário mínimo e bolsa parcial para alunos com renda de até três salários mínimos. A seleção é feita pelo site do MEC e leva em conta a nota obtida pelo aluno do Enem - Exame Nacional do Ensino Médio. Somente em casos de sobras de vagas há autorização do MEC para que as instituições façam a própria seleção. O Governo Federal estima que até 2015 o Prouni terá formado mais de 10 milhões de profissionais de nível superior.

A admissão em universidades no exterior
Cada país tem sua determinada forma de permitir que estudantes ingressem em universidades. Nos Estados Unidos, os alunos que estão terminando o high school enviam uma carta de interesse à universidade que pretendem freqüentar e esta, por sua vez, têm seus próprios critérios de avaliação. Não existe um “vestibular” como conhecemos por aqui. O histórico escolar do aluno é a peça fundamental. O teste aplicado por lá é conhecido como SAT (Scholastic Aptitude Test), porém, cada uma das universidades tem seu próprio sistema de admissão, que inclui ou não a nota do SAT como a mais importante no processo de avaliação.

Nem sempre é fácil cursar uma universidade no exterior. O primeiro passo para obter a aceitação é listar as universidades e os cursos que correspondam às suas expectativas profissionais e pessoais. Depois, deve-se entrar no site da instituição e colher todas as informações referentes à grade curricular do curso, ao processo seletivo e principalmente ao ingresso de estrangeiros.

Para obter o maior número de informações vale consultar as agências de intercâmbio, os órgãos representantes do país de destino no Brasil e os departamentos de cooperação internacional das universidades brasileiras. As feiras de intercâmbio que trazem representante das principais instituições internacionais também podem estreitar a comunicação entre os estudantes e a universidade estrangeira.

Estados Unidos
O Departamento de Educação dos Estados Unidos disponibiliza um site para que estudantes estrangeiros possam buscar por conta própria as informações sobre cursos, universidades, etc.

França
O governo francês criou o CampusFrance, uma agência do Ministério de Relações Exteriores da França que tem por objetivo orientar os brasileiros sobre todos os detalhes do ensino superior na França. Para candidatar-se a um curso o interessado deverá criar um espaço pessoal na página do CampusFrance. Acesse o site.

Austrália
Grande parte das instituições australianas mantém agências representantes no país, que auxilia os brasileiros interessados em participar de sua seleção durante todo o processo. O Ministério da Educação Australiano também oferece um site que centraliza todas as informações sobre universidades e cursos.

Alemanha
Não existe um órgão do governo alemão que centraliza os processos seletivos das instituições de ensino da Alemanha. Existem, porém, alguns sites que disponibilizam as principais informações sobre cursos de gradução na Alemanha. São eles:
http://www.daad.de/deutschland/studienangebote/alle-studiengaenge/06539.en.html
http://www.example.com/Link13
http://www.example.com/Link12

Espanha
A embaixada da Espanha no Brasil mantém um departamento de educação, que oferece aos estudantes interessados em continuar seus estudos no território espanhol, uma orientação completa dos passos a serem seguidos. Para contatar o departamento acesso o site.




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