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Mais de 500 universidades usam nota do Enem no vestibular

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Unicamp, por exemplo, exige que o aluno tenha feito a redação. Na USP, notas alcançadas no Enem somam pontos na prova.




Mais de 500 universidades de todo o país - entre públicas e particulares - usam as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como critério para acrescentar pontos aos candidatos nas notas das provas dos processos seletivos ou até mesmo como critério único de seleção - a nota obtida no Enem substitui a prova do vestibular.

Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), o número de instituições que usa o Enem como referência pode ser ainda maior, já que as universidades e faculdades não são obrigadas a informar ao Ministério da Educação (MEC) que utilizam este recurso. De acordo com a assessoria de imprensa do Inep, essas mais de 500 instituições são aquelas que informaram espontaneamente no cadastro que usam a nota do Enem no vestibular.

De acordo com Dorivan Ferreira, coordenador do Enem, o aumento no número de instituições que usam o Enem como base aponta para o sucesso do exame, que foi criado em 1998 com o objetivo de se adequar às reformas do ensino médio exigidas pela Lei de Diretrizes e Bases (LDB), promulgada em 1996.

O sucesso é observado claramente na evolução do número de inscritos para fazer a prova - que é voluntária. Em 1998, 115.575 pessoas fizeram a primeira edição do exame. Desta vez, dez anos depois, mais de 4 milhões de pessoas (entre estudantes do terceiro ano do ensino médio e egressos) fizeram a inscrição - número recorde desde o início do exame.

"A proposta da LDB era criar um ensino mais contextualizado. As disciplinas deveriam deixar de serem decoradas e passar a serem ensinadas de forma multidisciplinar. O Ministério da Educação queria implantar essa mudança o mais rápido possível, para que as escolas se adequassem e o ensino melhorasse", disse Ferreira.

De acordo com Ferreira, o modelo de prova do Enem (que é todo no formato interdisciplinar) fez muitas instituições mudarem seus modelos de provas também. "Muitas provas dos vestibulares deixaram de ser conteudistas para serem multidisciplinares e o Enem ajudou muito nisso", avalia.


ProUni alavancou Enem

Na opinião de Ferreira, a explosão no número de inscritos no Enem e até no volume de instituições de ensino superior que usam a nota da prova pode ter uma explicação: "O ProUni [Programa Universidade para Todos] foi o que alavancou o número de inscritos e estimulou as faculdades. Uma coisa está diretamente vinculada à outra. Só podem concorrer à bolsa do ProUni quem fez o Enem", afirmou.

"O resultado disso tudo, depois de dez anos de trabalho, é muito positivo. A gente esperava cobrir todo o universo de matriculados no ensino médio e acho que conseguimos. Acho que o Enem é muito válido, pois através dele nós conseguimos medir o conhecimento do aluno. Ele é como um termômetro", disse Ferreira.

Critérios variam nas instituições

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), por exemplo, utiliza a nota do Enem para compor a nota da prova da primeira fase do processo seletivo desde 2000. Ela representa 20% da nota da primeira etapa do vestibular. No ano passado, no entanto, a universidade resolveu exigir que o candidato que optar por usar a pontuação do Enem tenha feito a redação do Enem e não tenha zerado.

Na Fuvest - fundação que realiza o vestibular da Universidade de São Paulo (USP), a nota do Enem também compõe 20% da primeira fase e pode se reverter em valiosos pontos para a segunda fase do maior vestibular do país.

Já na Universidade Estadual Paulista (Unesp),o vestibular é realizado em uma única fase e a pontuação no Enem pode equivaler a 4% da nota final. Em todos os casos, quando o desempenho no exame do Governo federal é ruim, ele é apenas descartado e não é usado para prejudicar o vestibulando.

A Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio), que também já usava a nota dos vestibulandos no Enem como forma de "bônus" no vestibular, no processo seletivo passado decidiu reservar 50% das vagas oferecidas para candidatos que tenham alcançado uma média igual ou superior a 70 pontos (juntando os resultados das provas objetiva e de redação) no Enem.




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